C.A.M.A. (Consultoria de Assuntos Maliciosos Aleatórios)


20/07/2006


O sexo virtual ou cibersexo nada mais é do que uma forma de masturbação. O sexo virtual é muito comum em canais de IRC e outras salas de bate-papo. Admitindo que possa até ser salutar no sentido de poder desinibir desejos / fantasias de natureza sexuais recalcadas, um problema comum reside na exclusividade da vivência sexual virtual. Os relacionamentos à distância são sempre muito sedutores, mas a realidade é que escondem perigos. O foco do desejo fica centrado na virtualidade do prazer sexual, contribuindo para um isolamento sócio-afectivo. Existem basicamente duas maneiras de transcrever um sexo virtual pela internet:

  • Criando uma historia, ou uma fantasia. As duas ou mais pessoas, contribuem para criação de um cenário onde ocorre o sexo, apenas nas suas mentes. Geralmente uma pessoa escolhe uma fantasia própia, que lhe proporciona mais prazer. Isso aproxima muito a masturbação simples do sexo virtual, quase que botando a outra pessoa apenas na posição de narrador. Mas o ideal é que a iniciativa de narrar uma estoria sexual parta dos dois lados e seja mantida.
  • Descrevendo fatos ou a situação presente. É muito comum a ideia de voyerismo, em que se tem acesso a informações intimas de outra pessoa. A descrição de um fato, seja primeira relação sexual ou uma experiência diferenciada, é muito proxima da fantasia. Já uma descrição da situação no momento da conversa, pode dar a possibilidade da interação, quando uma pessoa diz a outra o que imaginar, ou fazer.

Primeiro, há que acima de tudo que ter consciência desses perigos, e depois, em saber lidar do melhor modo com eles. Como podemos nos esconder Identidade Real atrás e através de um computador, os desejos e fantasias sexuais pessoais podem ser vividos de modo explícito, sem o risco da timidez, da vergonha, quebra de amor-prório, medo da censura ou de ser catologado de loucura. O que leva algumas pessoas a iniciarem a descoberta pela sexualidade apartir da internet. Mas isso é objectivamente uma Identidade Irreal, não tendo necessáriamente intenção maldosa ou criminosa, embora esta abunde na Internet.

O sexo virtual quando vivido de forma habitual, pode acarretar como consequência a destruição de relacionamentos afectivos. O parceiro poderá encarar isso legitimamente como uma forma de traição sentimental e sexual. Através dum PC multimédia ligado à Internet, a pessoa, pode dar vazão as mais variadas fantasias, podendo se excitar (por imagens, mensagens, ... ) ao ponto de obter um grande orgasmo, ou seja, a masturbação da era virtual. O relacionamento afectivo e sexual tenderá a se fechar em um Mundo Virtual, constituindo por isso um novo desvio da sexualidade. Pode correr o risco de perder o prazer do verdadeiro empenho de conquistar o outro e da interação pessoal. É com carinho, o toque, o olhar, a comunicação significativa e a presença do outro nas horas boas e menos boas - a chave da plena realização afectiva e sexual. A gravidade da situação não é a coisa em si, mas a compulsão / obecessão que pode dominar uma pessoa, tornando esta nova forma de excitação com a única válida na vivência da própria sexualidade. É aí que começam os transtornos psicológicos, a materialização de um conflito sexual latente ou oculto.

 
Comentários das Consultoras:
DV: Tnnta gente querendo dar... hum....
SR: Prazer a outra...
SDV: Isso! Dar prazer... e esse povo se escondendo na net...
SR: HUMPF!  Nem me fale... desperdício!
DV: E a gente aqui... na vontade... ai....
SR: *suspiro*
 

Escrito por Consultoras da C.A.M.A. às 09h55
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19/07/2006


Médico culpa

"Os japoneses simplesmente não estão fazendo sexo." Essa é a justificativa dada por Kunio Kitamura, diretor da Associação de Planejamento Familiar do Japão, para explicar por que o país vem apresentando taxas de natalidade tão baixas.

Uma pesquisa feita pela entidade com 936 japoneses de idade entre 16 e 49 anos concluiu que 31% dos entrevistados não haviam tido relações sexuais em um período superior a um mês por nenhuma razão em particular.

Mas 44% dessa parcela que está sem sexo há mais de 30 dias culpou o "cansaço" pela pouca ação.

"Assim como subsídios e programas de ajuda são importantes, a falta de sexo é uma questão crítica nas taxas de natalidade", disse Kitamura ao jornal "Japan Times". O índice de natalidade das japonesas é de 1,25 filho por mulher. Segundo especialistas, para evitar o declínio populacional é necessária uma taxa de 2,1 filhos.

Uma pesquisa sobre a freqüência de relações sexuais feita pela Durex, uma fabricante de camisinhas, colocou o Japão em último numa lista de 41 países --os japoneses tinham uma média de 45 relações por ano contra 103 da média global.

Os baixos índices preocupam o governo já que, com a população encolhendo, o país terá dificuldade para pagar a dívida pública e arrecadar impostos. Casas pequenas, falta de creches e alto custo da educação estão entre as razões apontadas para as proles reduzidas.

Colaboração da reportagem: Lucas Lux, nosso "enfiado" especial!

Comentários das Consultoras:

SR: Pudera! Os caras usam durex como camisinha!

DV: AHAHAHA Mas pelo tamanho... deve caber...

SR: AHAHAHAHAHAHAHA Verdade! Será que estão precisando de voluntárias para incentivar os meninos de lá?

DV: *arrumando as malas* Vamos ser solidárias!

SR: :-P

Escrito por Consultoras da C.A.M.A. às 10h47
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